0 Dieese: salário mínimo deveria ser R$ 2.227 em dezembro de 2010



SÃO PAULO - O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.227,53 em dezembro do ano passado, para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A entidade verificou que são necessárias 4,37 vezes o valor do salário mínimo para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 510, em vigor até o fim do ano passado.

Em novembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.222,99 - 4,35 vezes o mínimo vigente.

O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.

Cesta versus salário

Em dezembro do ano passado, o comprometimento da renda com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 48,51% do salário mínimo, ante os 48,52% necessários em novembro. Confira o movimento do salário mínimo vigente e o necessário de dezembro de 2009 ao mesmo mês do ano passado:


Mês Salário vigente Salário necessário
Dezembro/09 R$ 465 R$ 1.995,91
Janeiro/10 R$ 510 R$ 1.987,26
Fevereiro/10 R$ 510 R$ 2.003,30
Março/10 R$ 510 R$ 2.159,65
Abril/10 R$ 510 R$ 2.257,52
Maio/10 R$ 510 R$ 2.157,88
Junho/10 R$ 510 R$ 2.092,36
Julho/10 R$ 510 R$ 2.011,03
Agosto/10 R$ 510 R$ 2.023,89
Setembro/10 R$ 510 R$ 2.047,58
Outubro/10 R$ 510 R$ 2.132,09
Novembro/10 R$ 510 R$ 2.222,99
Dezembro/10 R$ 510 R$ 2.227,53
Fonte: Dieese
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0 Assalto a supermercado no bairro Itacorubi em Florianópolis








Escrito por Fabio Fettccia Cardoso

O Supermercado rosa foi assaltado nestá ultima quarta feira dia 5 de Janeiro por 5 homens.
Segundo testemunhas 3 dos assaltantes estavam a mão armada e abordoram os seguranças, enquanto outros 2 ficaram na parte externa, vigiando o local.

Faltavam dez minutos para o fechamento do mercado 21:50 quando o primeiro segurança que estava na porta
do mercado foi rendido e retiraram seu colete e logo fizeram o mesmo com o segundo.
O pânico foi total, entre funcionários e clientes, porém os assaltantes mantiveram-se frios e ninguém reagiu ao assalto, apenas foram levados todos os pertences
dos seguranças, funcionários e clientes além de dinheiro. Ainda não há suspeitos.

O que preocupa no Itacorubi é a falta de policiamento e posto policial no Bairro. Este Bairro da capital catarinense tem aproximadamente cerca de 35 mil habitantes é um dos bairros que mais cresce a cada ano.
Alguns bairros próximos e de luxo menos habitados, como o Santa mônica e o Parque São jorge, contam cada um com um posto polícial.
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0 Dário Berger deve prestar depoimento nesta terça sobre denúncia de compra de votos na Câmara



Fonte: DC
Delegado Adalberto Safanelli pretende concluir inquérito sobre o caso no final de janeiro
O prefeito de Florianópolis Dário Berger (PMDB) prestará depoimento nesta terça-feira sobre a suposta compra e venda de votos para a eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores. Ele será ouvido às 10h no gabinete da prefeitura pelo delegado Adalberto Safanelli, da divisão de Crime contra o Patrimônio Público da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Safanelli, que está à frente das investigações sobre o caso, diz que o depoimento deve durar cerca de uma hora. Ele já ouviu também os vereadores João da Bega (PMDB), Asael Pereira (PSB), Ricardo Vieira (PCdoB) e Marcos Aurélio Espíndola (PPS), o Badeko, mas preferiu não comentar sobre o que foi apurado.

De acordo com o delegado, pelo menos mais quatro pessoas devem ser ouvidas. A previsão é que o inquérito seja concluído no final de janeiro.

Denúncias

Depois de um mês de negociações, a Câmara de Florianópolis chegou ao dia da eleição para a presidência da casa com dois candidatos: João da Bega (PMDB), da chapa governista, e Jaime Tonello, nome da oposição. João da Bega esperava receber, pelo menos, 10 votos, mas Tonello conseguiu a virada: foi eleito presidente, com placar de 9 a 7.

Um vídeo colocado no YouTube mostra um desabafo de João da Bega em frente ao elevador do prédio da Câmara. Assista abaixo.


— Que me pediram, me pediram. E não foi pouco não, foi R$ 230 mil. Isso eu posso abrir a boca porque eu tenho testemunha — falou. Depois, procurado por jornalistas, o vereador não recuou, mas também não citou nomes.

Em entrevista por telefone, de São Paulo, ao colunista do DC Rafael Martini, o prefeito Dário Berger (PMDB) disse que foi procurado pelo vereador Asael Pereira (PSB), vice-líder do governo, que teria pedido R$ 300 mil para votar no candidato da situação.

Segundo o prefeito, Ricardo Vieira (PCdoB) teria conversado com um vereador da base para que intermediasse a negociação de valores. Dário também citou o vereador Marcos Aurélio Espíndola (PPS), o Badeko, como um dos que teriam recebido propina da chapa vencedora, mas não falou em valor.

O caso repercutiu com a abertura de uma investigação pelo Conselho de Ética da Câmara, um inquérito civil público pelo Ministério Público Estadual e um inquérito policial pela Diretoria Estadual de Investigação Criminal (Deic).

Asael Pereira negou a acusação e disse que votou em Tonello para que a Câmara tenha uma mesa mais transparente, que possa tomar decisões com liberdade.

Badeko afirmou que o voto na chapa de oposição foi opção por um projeto político e que João da Bega deve dizer o nome do vereador que lhe teria pedido dinheiro. O vereador disse que está com a "consciência tranquila" e negou que tenha vendido o voto.

Ricardo Camargo Vieira disse que vai processar o prefeito por calúnia e difamação e lembrou que Dário defendia que o PCdoB se aproximasse do PMDB para a disputa das eleições municipais de 2012.

Nova denúncia

Uma nova gravação em vídeo mostra a denúncia feita pelo vereador João da Bega (PMDB) sobre uma possível tentativa de compra de voto na eleição da Câmara de Vereadores de Florianópolis. Sem saber que estava sendo gravado, ele diz que o presidente do Legislativo municipal, Gean Loureiro (PMDB), sabia de negociações envolvendo dinheiro:


— O presidente sabe, o chefe do gabinete sabe também. Foi no gabinete da Presidência — disse João da Bega.

Procurado pela reportagem, Gean Loureiro não quis falar sobre o caso:

— Eu não posso me manifestar oficialmente nesse momento, e, juridicamente, o previsto é manifestar no Conselho de Ética — afirmou, na época.
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0 Alborghetti - A mala do Zé Janene que se eu encontra-se sairia fantasia...



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0 Melhores partes do Programa Cadeia!



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0 Programa Exentensivo Fettuccia - Diferença entre descarga de rico e de ...



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0 Há 16 milhões de armas no Brasil. 47,6% delas são ilegais



Por Vannildo Mendes / BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 21/12/2010 0:13

Existem hoje cerca de 16 milhões de armas em circulação no Brasil, das quais 47,6% estão na ilegalidade, o que dá 7,6 milhões de unidades em poder de bandidos e de civis desavisados. Com 34,3 mil homicídios ao ano, o País é o campeão mundial de mortes por armas de fogo, em números absolutos.

Os dados fazem parte de um levantamento nacional, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça, como ponto de partida para a retomada da campanha nacional pelo desarmamento, que passa a ser permanente. 'A posse de armas não socorre o cidadão, só causa mais violência e crime', afirmou o ministro Luiz Paulo Barreto. Nas duas primeiras versões da campanha (2004 e 2008) foram recolhidas 500 mil armas e regularizadas 1.5 milhão. 'O controle não resolve, mas é parte essencial para reduzir a violência letal', explicou.

Por conta das campanhas de desarmamento, a média anual de mortos por armas de fogo no Brasil caiu 8% entre 2004 e 2010, mas continua a maior do mundo. Por grupo de cem mil habitantes, os maiores índices de mortalidade, medidos até setembro de 2010, ficaram com Rio (44,1), Pernambuco (43,8), Espírito Santo (36,7), Alagoas (27,7) e Distrito Federal (26,5). Os menores índices ficaram com Piauí (5,1), Maranhão (6,3), Santa Catarina (7,3), Tocantins (9,4) e Amazonas (9,6).

Entre 1996 e 2008, os Estados que apresentaram maior variação nas taxas de mortalidade por arma de fogo foram Pará (317), Maranhão (186), Paraíba (160), Alagoas (157) e Ceará (154). Na outra ponta, as maiores quedas na variação ficaram com Amapá (-57,9), Acre (-53,7), Roraima (-45,6), São Paulo (-37,6) e Mato Grosso do Sul (-36,8).

Produzido pela ONG Viva Rio, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o estudo vai subsidiar a intervenção do governo nos locais onde há maior descontrole de armas. A pior situação, conforme ranking da ONG, é a dos Estados de Rondônia, Sergipe, Amapá, Amazonas e Paraíba. Os mais bem avaliados foram São Paulo, Distrito Federal, Rio, Espírito Santo e Piauí.

Fabricação. Conforme o estudo, de cada dez armas apreendidas no Brasil, oito são fabricadas no País. Entre as armas de origem estrangeiras, 59,2% são oriundas dos Estados Unidos.


Comentários.

Hoje no Brasil enquanto o cidadão de bem é influênciada a não ter sua arma, o bandido está fortemente armado.
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